Olá pessoal!
A medida que vamos vivendo e andando com Deus percebemos que muitas
vezes o nosso coração está distraído e por que não dizer até mesmo
apático a pessoa de Deus. Mesmo quando estamos envolvidos com a "obra
de Deus" às vezes parece que estamos no piloto automático, não é mesmo?
Quando nos apercebemos disso temos a tendência de nos sentirmos
frustrados e maus. Nosso coração é tomado de sentimentos de culpa e de
dúvida a respeito de nossa vida com Deus e de nosso relacionamento com
ele e se de fato ele é a prioridade para nossa vida, como queremos que
seja e afirmamos tantas vezes que é.
Veja, isso acontece porque sem perceber, ou sem compreender,
continuamos vivendo nossa vida baseados no que a Bíblia chama de
"Antiga Aliança". Essa expressão se refere ao padrão da Lei que foi
estabelecida no Antigo Testamento, onde as pessoas não compreenderam
que a sua relação com Deus deveria estar baseada nos atos de graça e
misericórdia dele para com elas, mas achavam que a mesma se baseava no
esforço que elas deveriam fazer para obedecer a Lei. Mas a Lei existe
para nos mostrar como somos incapazes de obedecer por conta própria a
Deus
Ainda hoje, muitos de nós, em muitas vezes, continuamos achando que é
nosso dever obedecer a Deus, e se assim fizermos, então, seremos
merecedores do seu amor, perdão e graça.
Mas, a Bíblia nos fala de uma "Nova Aliança". Essa aliança é
estabelecida em nosso favor mediante a vida de Jesus Cristo. Em Jesus
Cristo, Deus-Homem, a nossa relação com Deus é totalmente resolvida.
Como Deus, Jesus nos oferece, mediante a presença do Espírito Santo
que é enviado para habitar em nós, a garantia da ininterrupta comunhão
com o Pai, e como homem, tendo vivido perfeitamente diante do Pai, ele
é nosso "Sumo Sacerdote", que está intercedendo continua e eternamente
por nós.
Assim, o que cumpre a mim e a você fazer é permanecer nele (João
15.4). A cada momento devemos ter o nosso coração tomado por essa
convicção de que a vida de Deus está em nós mediante o que Jesus
Cristo fez em nosso favor. E, mesmo quando estamos envolvidos com
tantos afazeres que nos distraem da consciência da presença de Deus,
devemos descansar na segurança de que Jesus continua a nos representar
o tempo todo diante do Pai.
Então, pare a gora, e agradeça a Deus pela "Nova Aliança". E se você
está se esforçando para tentar fazer as coisas para Deus, para então
saber que você é amado por ele, pare com isso agora. Peça perdão, e
saiba que você é amado por ele e por isso você está livre para viver
uma vida que o glorifique.
No Caminho,
Ricardo Costa
Pastor
segunda-feira, 4 de julho de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Devocional - Pr. Ricardo Costa
Olá pessoal!
Tenho meditado no texto de 1 Coríntios 1.4-9 e quero compartilhar com
vocês algumas coisas que o Espírito Santo tem falado comigo nesta
porção da palavra de Deus.
O primeiro ponto que quero destacar é a gratidão em nosso coração por
fazermos parte do povo de Deus. A palavra grega que aparece neste
texto para graça é "eucharistio" que é a raiz da palavra "eucaristia".
Ou seja, Paulo está agradecendo a Deus pelas pessoas que fazem parte
do corpo de Cristo, da reunião dos discípulos em Corínto. A questão é
que ao irmos lendo a carta vamos percebendo que estas pessoas eram um
tanto quanto confusas, egoístas, pecadoras, excêntricas, etc. Contudo,
Paulo as vê, e as reconhece como povo de Deus e é grato por fazer
parte do corpo de Cristo com elas.
Como pastor, eu tenho visto muitas pessoas argumentando sobre sua
indisposição de ser parte da igreja com base no erro que as pessoas
cometeram ou cometem com elas, baseados nas limitações e falhas que
apontam para os outros, mas, Deus me ensina neste texto que, por mais
imperfeita que a igreja ainda seja, ela é seu povo, o corpo de Jesus
Cristo, e devo ser grato pelos meus irmãos e irmãs.
Outro ponto muito importante é que a gratidão de Paulo tem como base
o Evangelho. A graça que foi dada a cada um em Jesus Cristo. Nós
falamos muito sobre a importância de nossa devoção a Cristo, mas nos
esquecemos que tal devoção é fundamentada pela devoção dele a nós.
Sim, devoção é entregar-se inteiramente a alguém. E Jesus Cristo fez e
continua fazendo isso por mim e por você.
A nossa caminhada com Deus não está baseada primariamente em quanto
nós nos entregamos a ele, mas em quanto nós aceitamos a entrega dele
por nós em Jesus Cristo e respondemos a ela.
Essa graça não só é a realidade que nos trouxe de volta para a casa do
Pai, ou seja nos salvou, mas também é o que nos mantém seguros no amor
do Pai, nos santifica e nos garante que estaremos seguros até o fim.
Veja, a palavra de Deus nos diz que "Ele os manterá firmes até o fim,
de modo que vocês serão irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus
Cristo." Deus nos manterá por sua obra graciosa firmes até o fim, em
Jesus Cristo. Podemos no momento não estar com nossa vida
irrepreensível, mas a palavra de Deus nos promete que nós seremos
(vocês serão) irrepreensíveis.
E isso não depende de mim e de você, depende do que Deus fez ao nos
chamar para a comunhão com Jesus Cristo. Você acredita nisso?
Tenho me deparado com tantos cristãos cansados e frustrados, incluindo
missionários, pastores e obreiros, e para mim isso é resultante de
acharmos que a garantida da nossa boa relação com Deus depende do
nosso esforço e do nosso desempenho. Não depende. Depende de
acolhermos o esforço e desempenho de Jesus Cristo por nós e
descansarmos confiantemente nisso.
Então, pare por um minuto agora e faça como Paulo, agradeça a Deus por
pertencer a igreja, por estar junto com tantos outros que também ainda
não são irrepreensíveis ligado ao corpo de Cristo. E na próxima vez
que você for participar da Santa Ceia (eucaristia) agradeça a Deus
pela vida daqueles irmãos e irmãs que fazem parte de sua comunidade
com você.
Abraços,
Ricardo Costa
Pastor
Tenho meditado no texto de 1 Coríntios 1.4-9 e quero compartilhar com
vocês algumas coisas que o Espírito Santo tem falado comigo nesta
porção da palavra de Deus.
O primeiro ponto que quero destacar é a gratidão em nosso coração por
fazermos parte do povo de Deus. A palavra grega que aparece neste
texto para graça é "eucharistio" que é a raiz da palavra "eucaristia".
Ou seja, Paulo está agradecendo a Deus pelas pessoas que fazem parte
do corpo de Cristo, da reunião dos discípulos em Corínto. A questão é
que ao irmos lendo a carta vamos percebendo que estas pessoas eram um
tanto quanto confusas, egoístas, pecadoras, excêntricas, etc. Contudo,
Paulo as vê, e as reconhece como povo de Deus e é grato por fazer
parte do corpo de Cristo com elas.
Como pastor, eu tenho visto muitas pessoas argumentando sobre sua
indisposição de ser parte da igreja com base no erro que as pessoas
cometeram ou cometem com elas, baseados nas limitações e falhas que
apontam para os outros, mas, Deus me ensina neste texto que, por mais
imperfeita que a igreja ainda seja, ela é seu povo, o corpo de Jesus
Cristo, e devo ser grato pelos meus irmãos e irmãs.
Outro ponto muito importante é que a gratidão de Paulo tem como base
o Evangelho. A graça que foi dada a cada um em Jesus Cristo. Nós
falamos muito sobre a importância de nossa devoção a Cristo, mas nos
esquecemos que tal devoção é fundamentada pela devoção dele a nós.
Sim, devoção é entregar-se inteiramente a alguém. E Jesus Cristo fez e
continua fazendo isso por mim e por você.
A nossa caminhada com Deus não está baseada primariamente em quanto
nós nos entregamos a ele, mas em quanto nós aceitamos a entrega dele
por nós em Jesus Cristo e respondemos a ela.
Essa graça não só é a realidade que nos trouxe de volta para a casa do
Pai, ou seja nos salvou, mas também é o que nos mantém seguros no amor
do Pai, nos santifica e nos garante que estaremos seguros até o fim.
Veja, a palavra de Deus nos diz que "Ele os manterá firmes até o fim,
de modo que vocês serão irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus
Cristo." Deus nos manterá por sua obra graciosa firmes até o fim, em
Jesus Cristo. Podemos no momento não estar com nossa vida
irrepreensível, mas a palavra de Deus nos promete que nós seremos
(vocês serão) irrepreensíveis.
E isso não depende de mim e de você, depende do que Deus fez ao nos
chamar para a comunhão com Jesus Cristo. Você acredita nisso?
Tenho me deparado com tantos cristãos cansados e frustrados, incluindo
missionários, pastores e obreiros, e para mim isso é resultante de
acharmos que a garantida da nossa boa relação com Deus depende do
nosso esforço e do nosso desempenho. Não depende. Depende de
acolhermos o esforço e desempenho de Jesus Cristo por nós e
descansarmos confiantemente nisso.
Então, pare por um minuto agora e faça como Paulo, agradeça a Deus por
pertencer a igreja, por estar junto com tantos outros que também ainda
não são irrepreensíveis ligado ao corpo de Cristo. E na próxima vez
que você for participar da Santa Ceia (eucaristia) agradeça a Deus
pela vida daqueles irmãos e irmãs que fazem parte de sua comunidade
com você.
Abraços,
Ricardo Costa
Pastor
terça-feira, 19 de abril de 2011
Escola da Vida no Colégio Cacildiva
E aí pessoal! Estamos muito felizes pelo Escola da Vida que está acontecendo no Colégio Cacildiva! Acompanhe como foram os primeiros 4 dias...
Amanhã posto mais fotos!
Abração
Analice
| Palestra: Sexualidade Palestrante: Regilene Alves |
| Palestra: Violência Palestrante: Itiel Alexandre |
![]() |
| Palestra: Caráter Palestrante: Breno Brilhante |
| Palestra: Família Palestrante: Simone Ribeiro |
Amanhã posto mais fotos!
Abração
Analice
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Mais um "Cuidando do seu Coração"
Olá pessoal!
Em 1João 1.6 está escrito: "Se afirmamos que temos comunhão com ele
(Deus), mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade."
A diferença entre a Religião e o Evangelho é que a Religião é um
esforço de nossa parte para tentarmos agradar a Deus e sermos
merecedores de seu amor, enquanto que o Evangelho é o reconhecimento
e o acolhimento do amor que Deus nos oferece em Jesus Cristo.
A maneira que vivemos demonstra o quanto do Evangelho temos de fato
compreendido e experimentado em nossa vida. Quando vivemos
baseados na Religião, no nosso esforço próprio em tentar agradar a Deus,
um dos efeitos que iremos perceber em nossa vida é que "andamos nas
trevas", nós não somos verdadeiros, não somos transparentes, não
assumimos nosso erros, não confessamos nossos pecados, ficamos tentando
sempre desempenhar o nosso melhor e esconder o nosso pior para
procurarmos impressionar os outros, e até a nós mesmos.
No entanto, quando agimos assim, na verdade nós não estamos tendo
comunhão com Deus, nós não estamos praticando a verdade, estamos
mentindo. O Evangelho nos dá a liberdade de sermos reais e
transparentes. Ele não nos dá a desculpa para pecar, errar e ficar nos
justificando, mas ele nos dá a liberdade de assumirmos diante de nós
mesmos, diante dos outros e principalmente diante de Deus que erramos,
que falhamos, que pecamos, que não somos tão bons como gostaríamos
de ser, e que não somos tão consagrados assim.
Mas, por incrível que possa parecer, é nessa atitude que somos
acolhidos por Deus. Quando compreendemos o Evangelho de verdade
entenderemos que nossa relação com Deus não está baseada em um
esforço de nossa parte para representar um papel, não é condicionada por
uma "maquiagem de santidade" que passamos a usar, mas é estabelecida
pela liberdade de sermos autênticos e verdadeiros com Deus, conosco
mesmo e uns com os outros, pois o Evangelho nos garante que somos
aceitos por Deus assim, e somos transformados mediante a sua graça
que opera eficientemente em nós.
É por isso que somos ensinados em 1João 1.7: "Se, porém, andarmos na
luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o
sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado."
Que tal você dar uma parada agora, ficar uns 5 minutos em silêncio, e
avaliar se não existe nada que você está tentando esconder de si
mesmo? Se houver, confesse a Deus. Sai das trevas. Diga a ele do seu
medo de falhar, e por isso você se esforça tanto, diga a ele do seu
medo de ser rejeitado pelos outros e por ele, e por isso você tenta
agradar a todo mundo, diga a ele....o que você tem que dizer? O que
você tem que trazer a luz? Que você está magoado com alguém,
decepcionado com você mesmo, frustrado com Deus?
Depois disso, ande na luz! Seja autêntico com seus amigos, irmãos,
colaboradores, cônjuge, igreja, equipe, etc. Não finja! Confesse a
eles suas limitados, seus medos, o que te fere na maneira de vocês se
relacionarem.
Viva no Evangelho e você verá que "o sangue de Jesus, seu Filho",
continua nos purificando de todo pecado.
Abraços,
Ricardo Costa
Pastor
Em 1João 1.6 está escrito: "Se afirmamos que temos comunhão com ele
(Deus), mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade."
A diferença entre a Religião e o Evangelho é que a Religião é um
esforço de nossa parte para tentarmos agradar a Deus e sermos
merecedores de seu amor, enquanto que o Evangelho é o reconhecimento
e o acolhimento do amor que Deus nos oferece em Jesus Cristo.
A maneira que vivemos demonstra o quanto do Evangelho temos de fato
compreendido e experimentado em nossa vida. Quando vivemos
baseados na Religião, no nosso esforço próprio em tentar agradar a Deus,
um dos efeitos que iremos perceber em nossa vida é que "andamos nas
trevas", nós não somos verdadeiros, não somos transparentes, não
assumimos nosso erros, não confessamos nossos pecados, ficamos tentando
sempre desempenhar o nosso melhor e esconder o nosso pior para
procurarmos impressionar os outros, e até a nós mesmos.
No entanto, quando agimos assim, na verdade nós não estamos tendo
comunhão com Deus, nós não estamos praticando a verdade, estamos
mentindo. O Evangelho nos dá a liberdade de sermos reais e
transparentes. Ele não nos dá a desculpa para pecar, errar e ficar nos
justificando, mas ele nos dá a liberdade de assumirmos diante de nós
mesmos, diante dos outros e principalmente diante de Deus que erramos,
que falhamos, que pecamos, que não somos tão bons como gostaríamos
de ser, e que não somos tão consagrados assim.
Mas, por incrível que possa parecer, é nessa atitude que somos
acolhidos por Deus. Quando compreendemos o Evangelho de verdade
entenderemos que nossa relação com Deus não está baseada em um
esforço de nossa parte para representar um papel, não é condicionada por
uma "maquiagem de santidade" que passamos a usar, mas é estabelecida
pela liberdade de sermos autênticos e verdadeiros com Deus, conosco
mesmo e uns com os outros, pois o Evangelho nos garante que somos
aceitos por Deus assim, e somos transformados mediante a sua graça
que opera eficientemente em nós.
É por isso que somos ensinados em 1João 1.7: "Se, porém, andarmos na
luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o
sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado."
Que tal você dar uma parada agora, ficar uns 5 minutos em silêncio, e
avaliar se não existe nada que você está tentando esconder de si
mesmo? Se houver, confesse a Deus. Sai das trevas. Diga a ele do seu
medo de falhar, e por isso você se esforça tanto, diga a ele do seu
medo de ser rejeitado pelos outros e por ele, e por isso você tenta
agradar a todo mundo, diga a ele....o que você tem que dizer? O que
você tem que trazer a luz? Que você está magoado com alguém,
decepcionado com você mesmo, frustrado com Deus?
Depois disso, ande na luz! Seja autêntico com seus amigos, irmãos,
colaboradores, cônjuge, igreja, equipe, etc. Não finja! Confesse a
eles suas limitados, seus medos, o que te fere na maneira de vocês se
relacionarem.
Viva no Evangelho e você verá que "o sangue de Jesus, seu Filho",
continua nos purificando de todo pecado.
Abraços,
Ricardo Costa
Pastor
sábado, 9 de abril de 2011
Para todos os companheiros de jornada na MPC e Déboras
![]() |
| Foto: G1.globo.com |
Chorei muito ao assistir, perplexo, as notícias sobre o assassinato de adolescentes no Rio dentro de uma sala de aula. Chorei como pai, como avô, como pastor, como missionário urbano, como brasileiro, como ser humano. Lembrei-me da letra do hino "Oração da Noite"e quero fazer da letra desse hino a minha oração, em especial para os pais que perderam seus filhos: "Finda-se este dia que meu Pai me deu, sombras vespertinas cobrem já o céu. Oh Jesus bendito, se comigo estás, eu não temo a noite vou dormir em paz. Guarda o marinheiro no violento mar e ao que sofre dores venha confortar, ao tentado estende tua mão Senhor, MANDE AO TRISTE E AFLITO O CONSOLADOR."
Enquanto chorava, pensava no grande desafio que temos pela frente. Levantei-me do sofá com as palavras de Isaías:"Eis-me aqui, envia-me a mim." Por favor, soldados de Cristo, esta é a Palavra de Jesus para toda a MPC e Déboras: "Tocai a trombeta em Sião e dai voz de rebate no meu santo monte. O Senhor dos Exércitos passa em revista as tropas de guerra. Forjai espadas das vossas relhas e lanças, das vossas podadeiras. Diga o fraco: eu sou forte. Lançai a foice porque está madura a seara. Multidões e multidões no vale da decisão, porque o dia do Senhor está perto, no vale da decisão.
Soldados de Cristo, avancem, façam o melhor, o possível para que cada jovem e adolescente deste país saiba que só o Senhor é Deus e que não há outro. Vamos combater o bom combate enquanto é dia porque a noite vem e nada mais poderá ser feito. Termino com a letra de outro hino que dedico a todos os soldados que servem ao Supremo General na MPC e nas Déboras: "Os guerreiros se preparam para a grande luta, é Jesus o General que avante os levará. A milicia dos remidos marcha resoluta", certa que a vitória alcançará.
![]() |
| Marcelo Gualberto – Diretor Nacional da MPC do Brasil |
terça-feira, 5 de abril de 2011
Cuidando do seu Coração - Pr. Ricardo Costa
Olá pessoal!
Essa manhã, através de um texto de John Stott, o Espírito Santo me
desafiou, mais uma vez, a radicalidade do discipulado. Como discípulos
de Jesus Cristo, somos pessoas que estão dizendo que temos nossa vida
nele, e a vida dele sendo vivida em nós. Assim, queremos pensar como
Jesus, falar como Jesus, e fazer o que Jesus faz....
Quatro grandes adversários precisam ser enfrentados por nós a cada
dia. Adversários aos quais nossa cultura quer nos ver moldados:
pluralismo (todos os caminhos levam a Deus), materialismo (o material
é mais importante do que o espiritual), relativismo ético (o que
define nossas posturas é se aquilo nos satisfaz) e narcisismo (nós nos
bastamos).
Como discípulos de Jesus Cristo devemos responder a cada um desses
adversários com um inconformismo radical, e não com um conformismo
medíocre. Somos chamados para ser diferentes em favor do mundo.
Assim, diante do pluralismo, devemos ser uma comunidade de verdade,
declarando a singularidade de Jesus Cristo. Diante do materialismo,
devemos ser uma comunidade de simplicidade, considerando que somos
peregrinos neste mundo. Diante do relativismo ético, devemos ser uma
comunidade de obediência. E, diante do narcisismo, devemos ser uma
comunidade de amor, amando a Deus acima de tudo e ao próximo
sacrificialmente.
Que Deus nos dê a graça de vivermos assim, para o bem do mundo.
Ricardo Costa
Pastor
Essa manhã, através de um texto de John Stott, o Espírito Santo me
desafiou, mais uma vez, a radicalidade do discipulado. Como discípulos
de Jesus Cristo, somos pessoas que estão dizendo que temos nossa vida
nele, e a vida dele sendo vivida em nós. Assim, queremos pensar como
Jesus, falar como Jesus, e fazer o que Jesus faz....
Quatro grandes adversários precisam ser enfrentados por nós a cada
dia. Adversários aos quais nossa cultura quer nos ver moldados:
pluralismo (todos os caminhos levam a Deus), materialismo (o material
é mais importante do que o espiritual), relativismo ético (o que
define nossas posturas é se aquilo nos satisfaz) e narcisismo (nós nos
bastamos).
Como discípulos de Jesus Cristo devemos responder a cada um desses
adversários com um inconformismo radical, e não com um conformismo
medíocre. Somos chamados para ser diferentes em favor do mundo.
Assim, diante do pluralismo, devemos ser uma comunidade de verdade,
declarando a singularidade de Jesus Cristo. Diante do materialismo,
devemos ser uma comunidade de simplicidade, considerando que somos
peregrinos neste mundo. Diante do relativismo ético, devemos ser uma
comunidade de obediência. E, diante do narcisismo, devemos ser uma
comunidade de amor, amando a Deus acima de tudo e ao próximo
sacrificialmente.
Que Deus nos dê a graça de vivermos assim, para o bem do mundo.
Ricardo Costa
Pastor
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Começou o mês de Abril!
E aí galera, tudo tranquilo? Já estamos no 4o mês de 2011 e é muito bom ver o tanto de coisa que Deus fez através de nós! Louvamos a Ele por sua misericórdia em nossas vidas! As fotos abaixo são de nossa participação no culto da nossa Igreja parceira, Igreja Presbiteriana do Catolé aqui Campina Grande! Muita gente não pôde ir, mas quem foi certamente foi abençoado e também abençoou!





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